Rúbrica Cultural

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A “Rúbrica Cultural” surgiu no âmbito da semana da Des`Cultura 2020 e com a perspetiva de se prolongar no futuro. Com o intuito de partilhar cultura através das experiências e gostos da comunidade estudantil, lançamos-te o desafio de fazeres parte desta rubrica.

Fica atento às redes sociais da tua AE-ESTeSC, pois nas próximas semanas serão lançadas novas temáticas sobre as quais poderás escrever de um modo geral ou mais específico. Podes também ser tu a sugerir a tua própria temática!

As rubricas irão ser partilhadas periodicamente nas redes sociais da AE-ESTeSC e também aqui, no site oficial após acreditação da mesma por parte da AE-ESTeSC.

Queres começar a ver uma série nova mas não sabes qual? Talvez queiras conhecer um livro que seria um bom investimento para uma próxima leitura…..ou até alargar as fronteiras daquele que é o teu estilo musical. Pois é, o objetivo é criar uma rede de partilha de cultura, onde podemos alargar horizontes, assim como ajudar a fazê-lo. E como aquilo de que gostamos é o que nos motiva e dá inspiração, começa a escrever sobre as tuas preferências e envia para a tua AE!

AE-ESTeSC por ti, para ti!

Primeira Rúbrica - The Handmaid's Tale

Inspirando-se no livro de Margaret Atwood, a série “The handmaid’s Tale” (ou “O conto da aia” em portugês) conta-nos a história de uma nova América fundada pelo extremismo e pelo radicalismo.

Num futuro próximo, o mundo é afetado pelo decaimento brutal das taxas de natalidade, devido à poluição ambiental e devido às doenças sexualmente transmissíveis. Nesta realidade, a América deixou-se adormecer sob a ameaça de líderes políticos extremistas que levaram à instalação um regime hierárquico, militarizado, extremamente religioso e fanático, no qual as mulheres são brutalmente subjugadas segundo uma interpretação extremista da Bíblia. Neste regime, a infertilidade mundial levou à escravidão das poucas mulheres ainda férteis e é assim que nos chega o relato pessoal de June Osborn, vítima dessa mesma escravidão, o qual serve como base para o relato desta história.

Abordando questões como a sexualidade, a luta pela igualdade de géneros, a violência, a importância da identidade individual e muitas outras, esta série torna-se extremamente necessária e importante, sendo crucial ver esta série com os olhos na realidade do mundo atual, não esquecendo que a primeira temporada surgiu numa época política americana atribulada (2017), na qual foi essencial um “acordar” para o impacto e as consequências do preconceito na sociedade.